Empresa que recebeu comitiva da Coreia do Sul em agosto alerta sobre o impacto de restrições internacionais no agronegócio.

A recente confirmação sobre a suspensão das importações agrícolas acende um alerta máximo na cadeia produtiva nacional. Diante desse cenário global exigir protocolos rigorosos, o agronegócio precisa de estratégias rápidas para manter sua competitividade. Nesse sentido, o Grupo Real defende o uso da tecnologia de resíduo zero na nutrição animal para contornar restrições e recuperar o mercado europeu, garantindo uma carne limpa e alinhada às exigências globais.

Tecnologia de resíduo zero e sustentabilidade no cocho

De forma técnica, a inserção da tecnologia de resíduo zero na nutrição animal representa uma evolução inteligente no cocho. Além disso, essa terapêutica preventiva natural não possui restrições de uso e não gera período de carência para o abate. Portanto, a tecnologia de resíduo zero elimina a necessidade de agentes químicos sintéticos, que frequentemente são alvos de embargos.

Amparada por rigorosas Boas Práticas de Fabricação, essa abordagem garante alta eficiência no controle de parasitas e no bem-estar animal. Consequentemente, o processo promove o ganho de peso e a saúde do rebanho de maneira equilibrada.

“Essas soluções de origem natural atuam como aliadas estratégicas no cocho. Desta forma, conseguimos reduzir nossa dependência de químicos restritos, sem anular a base nutricional do rebanho. Como resultado, mantemos a excelência metabólica do gado sem riscos de sanções comerciais, valorizando a segurança do alimento”, destaca Marcelo Renck Real, diretor do Grupo Real.

O impacto dos embargos na abertura de novos mercados

Certamente, o impacto de notícias como o embargo europeu vai muito além do bloco econômico. Essa situação sinaliza uma tendência de rigor sanitário que pode fechar novos mercados. Por isso, a formação de uma base produtiva sólida com tecnologia de resíduo zero é a única forma de amortecer choques externos. A liderança mundial do Brasil exige maturidade estratégica tanto na fazenda quanto nas relações comerciais. Afinal, a segurança do produto final é inegociável.

Auditoria internacional e o exemplo do mercado asiático

A iminente abertura do mercado da Coreia do Sul para a carne brasileira ilustra essa dinâmica. Por causa dos seus protocolos sanitários rigorosos, o país asiático enviou uma missão técnica ao Brasil para auditar processos. Reforçando que a excelência começa na nutrição, a comitiva esteve nas instalações da Real H, em Mato Grosso do Sul, com auditores do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

A escolha da empresa decorre de seu pioneirismo na região. Além do mais, o Grupo Real é a primeira indústria do setor no Estado a conquistar o selo ESG, tornando-se uma referência em respeito ao meio ambiente no Centro-Oeste.

Assim, a visita consolida o posicionamento de destaque da marca no cenário internacional. “Receber uma comitiva exigente como a da Coreia do Sul atesta que estamos no caminho certo. O mercado asiático exige rastreabilidade total e produção responsável. Dessa forma, mostramos que a nutrição animal no Brasil é feita com alta tecnologia de resíduo zero e controle de qualidade milimétrico”, finaliza Luciana Costa Real, gerente industrial do Grupo Real.